quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Seguindo sem rumo

Seguindo sem rumo

Me aventurando pelo mundo,
Sozinha eu sigo sem rumo.
Sem preça e com muita vontade,
Eu conquisto a minha liberdade.

Seguindo sem medo, sem preça, e sem preocupação,
Eu acabo com seu julgamento e anulo a minha condenação.
Cada dia uma sensação diferente,
Que sempre muda a cabeça da gente.

Olhando para traz, vejo que não adianta ter esperança,
Pois em mim, ninguém tem confiança.
Olhando para traz, vejo uma vida perdida,
E olhando para frente, vejo uma vida a ser seguida.

Novidades vem e passam,
Varidades chegam e acabam.
As mudanças se desgastam,
E seguindo por aí sem rumo, eu vejo coisas que se devastam.